Testemunhos

“As minhas águas movem-se segundo o fluxo do coração, da intuição e espiritualidade. Esse ano sinto um chamado muito grande da espiritualidade, uma vontade de estar comigo mesma e escutar a minha voz interior. Sinto que para fluir meu preciso feminino parar de controlar as minhas mágoas, aceitar, aceitar as graças e as partidas. As águas do meu feminino tem limpado as minhas mágoas, ressentimentos, minha vaidade, culpas e pecados. Olhar para as minhas águas me possibilita ver minha essência divina e as sombras que preciso iluminar.”

Olga B

“As águas do meu feminino… Movem-se de acordo com a minha energia pelos lugares que passei e amei que plantei e colhi, essa vivência me trouxe o meu corpo de volta!” 

Lílian

“As águas do meu feminino … Estou começando a movimenta-lo …
Andei por tempos esquecido no mundo machista. Me sinto mais feminina, sexy e livre para ser naturalmente Eu. Livre <3
OBRIGADA !!!”

Rosana

“O fluir das águas do meu feminino me guiarão ao encontro mágico com a minha própria sensibilidade na percepção de ser grata por esta oportunidade de viver e respirar a força vital da Mãe -Terra e receber dela todo o amor que alimenta o meu ser e o meu ter.”

Denise

“Diana querida, eu adorei essa vivência de Yemanjá que você fez maravilhosamente! Gratidão! Parabéns! Na natureza foi mágico! Quero vir na próxima. Gratidão!!”

Isabel C.

“Que trabalho maravilhoso. Eu nunca tinha participado de algo assim. Meu corpo é muito duro ainda para uma meditação no solo e para os movimentos de abertura dos chacras. Porém, a experiência foi boa. Percebi na sua condução; vocação, firmeza e conhecimento No trabalho dos chacras com a meditação, consegui firmar uma base, vi e senti meus pés como raízes. Senti que estou bem alinhado com uma ancestralidade, mas ainda com pouca comunicação com ela . E o outro chacra que mais senti foi o da visão / frontal. Tive visões, um pouco embaçadas, de cavalos alados e aves, animais de força. Percebi que preciso deixar o esse chacra da visão e da base mais equilibrados para os trabalhos espirituais. Obrigado por me dar esse auto conhecimento.”

Adeir.
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